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Arvorismo

O arvorismo surgiu nos anos 80 na Costa Rica como forma de pesquisa da fauna e flora por cientistas que necessitavam observar ou coletar animais silvestres, frutos, fungos, folhas, e outros organismos que se encontravam nas copas das árvores.

Para facilitar as pesquisas e ter maior praticidade, eles começaram a evitar subidas e descidas constantes e adotaram formas de permanecer e transpor as copas das arvores, através das Técnicas Verticais, usando equipamentos como cordas, cadeirinhas, mosquetões, polias, etc. Alguns cientistas chegavam inclusive a construir plataformas em madeira para pernoitarem e passarem dias encima das árvores observando espécies.

Mais tarde, a França e a Nova Zelândia adotaram a idéia de praticar o arvorismo como esporte ecológico de aventura. Com o passar dos anos, a prática foi se desenvolvendo e os percursos começaram a ficar mais elaborados. Cabos de aço, cordas e madeiras formavam escadas, túneis, redes, pontes suspensas, tirolesas (fotos).

Hoje, existem três tipos de arvorismo. O Arvorismo Técnico é feito por pessoas experientes em Técnicas Verticais, que têm seus próprios equipamentos e cujo objetivo é subir ou transpor as copas das arvores. Esse estilo é muito utilizado por pesquisadores. Existe o Arvorismo Acrobático, que é uma extensão do Técnico, criado para o entretenimento, onde os obstáculos a serem transpostos contam com certo grau de dificuldade. Existe ainda o “Arvorismo Contemplativo”, criado recentemente, em que o objetivo é observar a natureza em percursos de baixa dificuldade, construídos com passarelas firmes, proteções laterais de redes e amplas plataformas de parada. Essa modalidade geralmente não requer equipamentos de segurança e o guia da atividade costuma ser um biólogo que ajuda o praticante a ter um contato direto com a natureza, apreciando a paisagem.

O Arvorismo chegou longe, e sua aplicação hoje vai desde dinâmicas empresariais de recursos humanos até corridas de aventura. Essa versatilidade é amparada na proposta do esporte, que proporciona aventura aos participantes ao mesmo tempo em que promove uma forte integração com o meio natural, ajudando no desenvolvimento de uma consciência de preservação ambiental.

A segurança é uma preocupação constante no Arvorismo, e é realizada por meio de equipamentos como capacete, corda, cadeirinha, mosquetões e polias. Para operar e construir o arvorismo, é muito importante a atuação de profissionais capacitados, que saibam adequar segurança e preservação, para haver o mínimo impacto ambiental.

No Brasil o primeiro circuito de arvorismo surgiu em Brotas (SP) em 2001, em cima de postes de eucaliptos. Brasília e entorno aderiram recentemente à atividade. O Arvorismo por aqui começou na “Pousada dos Angicos”, em outubro de 2003, e hoje já são diversas opções para quem quer aderir à prática. Algumas delas, você confere a seguir:

· Fazenda Stracta: a 50 km de Brasília, com 60 mt de circuito e 5 percursos;

· Pousada dos Angicos: a 40 km de Brasília, com 75 mt de circuito e 5 percursos;

· Chapada Imperial: a 50 km de Brasília, com 190 mt de circuito e 7 percursos;

· Rancho Canabrava: um dos maiores do Brasil, a 25 km de Brasília, com 370 mt de circuito e 23 percursos;

· Vagafogo: em Pirenópolis, 160 Km de Brasília e 6 km de Pirenópolis, com 120 mt de circuito e 6 percursos;

· Portal da Chapada: na Chapada dos veadeiros, 225 km de Brasília e 8 km de Alto Paraíso, com 140 mt de circuito e 8 percursos;

Fotos: João Paulo Barboda e Olivier Boëls.

 
 
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